Rock in Rio – Brinquedos, Mascarados e Rock Street
Fabiane Pereira

26.09.2015

A fila gigante da montanha-russa na Cidade do Rock.

Que o Rock in Rio é o maior festival de música do planeta, você já sabe. Mas você sabia que além das apresentações incríveis com os maiores ídolos da música mundial, o evento também tem várias atrações radicais? Além da 'famosa' tirolesa, nesta edição ainda rolam o novato X-treme e a já tradicional montanha-russa, que este ano está bem maior. A relaxante roda-gigante também é uma das ótimas opções para quem chega cedo ao festival, mas só quer assistir às atrações do palco Mundo, que começam às 19h.

 

N.R: Dá uma olhada no vídeo que o Submarino fez com a GoPro na tirolesa do Rock in Rio! (;

 

Ontem, cheguei na Cidade do Rock por volta das duas da tarde, e, diferente dos outros dias de festival, o local estava bem vazio. Então, fui direto pra montanha-russa pela ausência de fila. Não ia a um 'brinquedo' como este há mais de 15 anos, e assim que começou a subir, me lembrei do porquê. Não gosto de perder o controle sobre mim, e numa montanha-russa, você está entregue. Ao contrário do que imaginei, o loop e as quedas são bastante 'emocionantes' (eufemismo!) e saí de lá toda dolorida – me agarrei tanto na barra de segurança, que meus músculos ficaram todos contraídos. Com certeza, não piso numa montanha-russa nunca mais. Juro! Quem nasce pra roda-gigante tem que se conformar.

 

N.R: Olha só como foi andar de montanha-russa no Rock in Rio. O Submarino encarou a missão com a GoPro. (:

 

 

Depois da experiência, desisti, obviamente, de ir ao X-treme e à tirolesa, mas amigos garantem que vale muito a pena passar alguns minutos por lá.

 

Num dia atípico, com forte calor, muitas nuvens e ventania, o público não lotou o festival, o que acabou sendo um alívio para quem está, como eu, indo todos os dias. Pude visitar a Rock Street tranquilamente e assistir ao show do cantor baiano, radicado no Rio, Baia. Com um público fiel, o artista mandou muito bem e pôs o público para cantar. Um dos momentos altos do quinto dia de festival.

 

 

No Sunset, a sequência de shows era: Clássicos do Terror (grupo liderado pelo sensacional músico André Abujamra); Moonspell + Derrick Green (estreia do quinteto português no Brasil com participação luxuosa do Derrick, do Sepultura); Nightwish + Tony Kakko; e encerrando a programação, Steve Vai + Camerata Florianópolis (o show do guitarrista americano frustrou muita gente, inclusive eu).

 

No Mundo, a banda De la Tierra abriu os trabalhos e fez um show eficiente. Em seguida, o groove pesado do quarteto Mastodon valeu como um esquenta para os dois shows que viriam em seguida: Faith No More e Slipknot. O vocalista Mike Patton, do Faith No More, empolgadíssimo já na terceira música, tentou dar um 'mosh' – aquele tradicional mergulho em direção à plateia – sem calcular distância nem considerar o fio do microfone e caiu sobre a grade, precisando ser amparado pelos seguranças. Mico da noite! O último show foi dos mascarados do Slipknot, com boa parte do público do Rock in Rio somente pra vê-los. A banda não decepcionou e ainda montou um Castelo do Terror no palco, levando a plateia, literalmente, ao delírio.

 

 

Amanhã é sabadão, e a programação do Rock in Rio está sensacional!! No Sunset, estou ansiosa para assistir ao encontro do tremendão Erasmo Carlos com a banda Ultraje a Rigor. No Mundo, Lulu Santos e seu convidado especial, Mr. Catra. Além, claro, da diva Rihanna. E ainda tem a banda pop voltaredondense (minha terrinhaa!!), Madame Zero, também por lá. Ahhh gente, diz aí se não será imperdível?

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